sexta-feira, março 24, 2006

PEIXE GATO


Este gato muito jovem da colónia de gatos da Marina de Oeiras sabe que o peixe é um alimento recomendado

Azar do peixe, sacado ao mar por um pescador entediado

Coitado do peixe atraído por um isco furtivo a provar que até no mar pela boca morre o dito

Sorte do gato com tanta fartura que o peixe é maior que a fome

E assim o peixe vira gato e a vida continua sem nunca parar

À nossa volta....

Texto e foto do GATO PARDO

9 comentários:

Adeus_Tristeza disse...

Um blog interessante!

Principalmente para quem gosta de gatos! :)

Eu, presentemente, vivo rodeada de dois que se enrolam em mim e me dão muito mimo!

Obrigada pelas visitas e pelas palavras!

escorpiaotenhoso disse...

AT,

Estou a ganhar 4 a 2!!!!!

- O Garfield trouxe da rua e como ninguém quis ficar com ele, de cá de casa já não sai..

- A NINA e o BARRABÁS ficaram cá esquecidos pela dona original...Sorte deles e minha...

- A Kikas foi oferecida por uma ex-namorada a braços com um namorado alérgico a gatas...

Para dizer a verdade, o ideal é ter dois gatos. Como dois deles já têm muitos anos, a geração seguinte já cá está...

Gato Pardo

Eva disse...

Adoro gatos, por isso tenho vários, depois nascem os pequenitos e ninguém tem coragem de os dar....

escorpiaotenhoso disse...

Também gosto de gatos, mas para dizer a verdade, prefiro as gatinhas, literalmente. Tenho dois casais e elas são superiores em inteligência e sensibilidade... É assim a natureza...

Gato Pardo

Azenhas disse...

Gostei !!

Aquele abraço lá das azenhas.

zeni disse...

E vão 4, contando comigo, que têm o prazer e a honra de conviver com gatos!

alice disse...

“Fazes-me falta

O silêncio chegou
E espalhou miséria às portas da morte
Assustou os espíritos
E evaporou as conversas de espuma
*
Trazia na trela um cão pequeno
Que latia arrogâncias
E havia fome
No focinho da besta
*
Eu podia simplesmente
Falar da cinza e dos cornos
Ou iludir-te com a falta de luz nos ovários
Mas a espera
Requer vocábulos de natureza puta
*
Eu podia pagar-te
Para ires às mulheres da rua
Deixava a fera assentar o pêlo
E calava os hemisférios
*
Era bem mais fácil
Rogar-te pragas de marfim
Fazer de conta que a lua
Tirou umas férias amarelas
Ou inventar incertezas
No centro do equador
*
Mas ouço a febre descer à montanha
Num repique de sinos alegóricos
E espero durante a hora da missa
Perder-me no bosque para sempre”

Beijinho,

A. S.

Beatriz disse...

Obrigada pela visita Gatopardo. Voltarei mais vezes, gostei muito do seu blogue.
Beijo de boa noite.

escorpiaotenhoso disse...

Obrigado pelas palavras enviadas, ALICE...

Agradeço também a visita da Beatriz e de todos os outros visitantes.... Já agora espreitem tb o blog sobre Massamá...

ET